Instituto Emater prioriza saúde e qualidade de vida na área de plantas do Show Rural 2019

Por Ana Zimermann

Com mais de setenta espécies e novidade até no nome, a área antes intitulada “Plantas Medicinais” se transformou no “Cantinho Saúde Melhor”. A mudança surgiu por um bom motivo: no Show Rural 2019 o Instituto Emater tem mais coisas para mostrar. Além das plantas medicinais, o espaço conta com as aromáticas, condimentares, comestíveis convencionais e não-convencionais.

E não para por aí. Nesta edição, quem passar pela área do Emater vai ver o quanto é fácil fazer uma horta vertical, que pode estar não apenas em propriedades rurais e casas com espaço de sobra, mas também em pequenos apartamentos, segundo o técnico Jader Silva Paz. “A horta vertical pode ser feita em qualquer espaço, com a irrigação por capilaridade, que funciona muito bem para as pessoas que esquecem de dar água para as plantas ou acabam exagerando na quantidade. Nesse caso, a água fica em um outro recipiente e vai sendo conduzida – na quantidade adequada – por meio de um pavio”.

Um dos destaques deste ano é a moringa, conhecida como a “árvore da vida”. “Ela é um alimento muito rico, com mais de 96 nutrientes, 18 aminoácidos. No organismo, a moringa atua como energético natural, controla o colesterol e até aumenta a libido. Há estudos que comprovam que se trata de uma das plantas mais completas que existem, enquanto alimento”, explica Jader.

Para o técnico, o principal objetivo do espaço é mostrar que o trabalho exposto pode ser feito em qualquer canto, aumentando o cultivo de plantas que possam levar mais saúde e qualidade de vida às pessoas. Além de conhecer novas espécies de plantas, os visitantes da área do Emater no Show Rural 2019 poderão esclarecer dúvidas referentes ao cultivo e, ainda, aprender a economizar. “Outra novidade deste ano é a aquaponia, que é o cultivo de plantas associado à criação de peixes, onde os resíduos do animal são usados como nutrientes para o cultivo. Isso pode ser feito em casa, até mesmo com uma caixa d’água. O investimento é baixo e a prática substitui o uso de adubos”, conclui.

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